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Exposição Coletiva Clarice Lispector 100 anos

No dia 10 de dezembro de 2020 comemoramos o centenário do nascimento de Clarice Lispector, uma das escritoras brasileiras mais traduzidas no mundo, e autora de obras como "Laços de Família", "A hora da estrela", e "A paixão segundo G.H.", entre outros contos, crônicas e romances.

Chaya Pinkhasovna Lispector nasceu na Ucrânia e sua família imigrou para o Brasil quando ela ainda era muito pequena, fugindo da perseguição aos judeus naquele país. Aqui, adotou o prenome Clarice.

Sua escrita é muito peculiar, e dependendo do estado de espírito do leitor, ela parece conseguir remexer com os sentimentos mais escondidos, como é o caso d'"A paixão segundo G.H." ou "A mulher que matou os peixes" - ou pelo menos foi a sensação que eu tive.


A Galeria Espaço Zagut inaugurou uma exposição coletiva em sua homenagem também no dia 10 de dezembro de 2020, e eu fiquei muito feliz em novamente poder participar. Cada artista imaginou Clarice Lispector de uma maneira. No meu caso, lembrei-me de Laura e sua vida, e da mulher que matou os peixes, coitada, leituras da infância. E de Macabéa, mais tarde. Para esta coletiva eu me dispus a ler “A paixão segundo G.H.”, e quantas surpresas e sentimentos, uma verdadeira metamorfose em pouco mais de cem páginas. Mas uma frase me marcou e me inspirou para a fotografia que integra a exposição: “O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe de graça – que se chama paixão.”










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